Ana Baldaia, em Londres e Bárbara Baldaia, em Lisboa



Mau feitio

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Um amigo meu dizia-me este fim-de-semana que não gostaria de trabalhar comigo, porque estou sempre a mandar vir (expressão fantástica) com o meu editor, com os meus directores e que até telefono para Espanha para reclamar com a administração (é mentira esta parte). Arre, que a miúda tem mau feitio!



esta semana agora acabada foi uma estoirada.
puta calada.
terrivel. depre. immerge.
irritei-me de tal modo com o meu trabalho que mandei a
chefe pra puta que a pariu
e pior que ser despedida vai ser regressar amanha
e keep it on como se nada tivesse sucedido.
isto tudo porque eu estou a ser de telle maniere exploited
que me veio o periodo
e saltou-me a espinha
e subiu-me a pimenta ao nariz
e depois ja foste
contado nem te acreditas.
meanwhile regressei a casa e parti a louça toda
rebentei a goela com os gritos
broke up with the girlfriend,
drama total
pior que tieta e sinhozinho malta
e depois sai descendo a lane exausta e convencida de que
a morte daria menos prejuizo
e comprei uma cobra (cerveja claro) (indiana claro)
regressei calmamente a casa
varri os cacos
pedi desculpa a namorada
e deitei-me na cama com uma botija nos ovarios
pra ver se a dor passava.
acordei as 5 da manha de sabado
com os olhos inchados de lagrimas
revolvida pelos pesadelos com a manager
e com uma puta duma diarreia
que chegava a varanasi
sentei-me na sanita
e vomitei as entranhas pra banheira
deu-me um safanico, fiquei tonta, escorreguei
e cai no chao, pum, pao
ate me avoltar a cuns-ciencia.
regresso a cama com uma chavena de green tea
e tou decidida
empregos da merda JAMAIS
eu valho mais que isto.
adormeci sonhando com daqui a 3 semanas
onde estarei longe disto tudo
e nem sequer me lembrarei o que vivi,
e acordei para um almoço belissimo
com a lover
no strada
mesmo ali em frente ao market
restaurante do melhor
nao ha risotto que nao me ponha boa.
Passei o fim de semana relaxada
recuperando a tromba que me nasceu
e limpando o karma que se sucedeu,
ainda passei no commercial tavern
e bebi duas guiness
conheci um frances judeu que vive em paris
e "anytime you come to paris give us a call"
e uma tal de genny que me snicou um beijo no pescoço
sem causar qualquer alvoroço
e regressando as bricklagem
cai redonda ate ser domingo
e apos almoço no nando's
que a heritage portuguesa patrocina em londres
(nao ha nada como piri piri ao domingo)
aluguei 3 dvds e meti-me no flat
a espera que nevasse.
o dia passou e acabei por beber um copo com os tugas
num bar do outro lado da lane
que mais parece a garagem da minha avo,
a luz da vela e do desequilibrio emocional
invernal londrino e tal
pra regressar as bricks lanes
com fe e esperanca de que
esta noite dure pra sempre
e amanha quase nao chegue
ou entao passe de mansinho como um sonho
e uma cortina que se feche
pra que eu regresse
pra que eu recomece
india, minha india, india minha.

... e nao nevou.

AB


London calling

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Estou a cinco dias de...


Neve

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Como é que eu procuro a palavra certa para descrever o sentimento exacto? Nunca me puseste a escrever até agora. Contigo, fiquei vazia de palavras, um sentimento branco dentro de mim. Não respiro mais esta angústia sem palavras. O que me trazes de um fôlego, levas-me num sopro. E é isso que me deixa este sentimento branco. Um final sem começo. Hei-de rir-me desta memória, hei-de chorar sobre esta incerteza. I will pull the triget if you provide the bullets. E sei que tudo não passará de um disparo. Uma pequena nuvem de pólvora seca pairará no ar por breves instantes. Depois nada. Bang, bang, you're dead. Já está, já disse. Não estás aqui e fazes-me falta. Hoje e sempre, quando o frio da madrugada entra na minha alma.


A rush of blood to the head

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Eu nem conheço bem os Coldplay, mas o concerto foi totalmente 'splendor in the grass', apesar de não ter sido grande coisa.
Isto assim não é fácil.


Tristeza não tem fim, felicidade sim

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No mesmo templo do deleite
A velada melancolia tem o seu santuário.


John Keats



I seat down in the streets of London and remember the
first time I came here, seven years ago.
How much I've changed! How much things remained the
same!
London keeps its life. This is Leicester Square and
people gather eating ice creams, staring at the cinema
and theatre lights everywhere. There's entertainment
in every corner, colour in every wall, writting all
around, cartoon's in peoples smiles. The sun is out,
even though is cold, children make pictures, artists
sell crayon portraits, the internet cafes are on,
pizza and maple sweets are sold. I'm here, dissecating
it all.
Families eat MacDonalds, lesbians are distressed,
erotica magazines hang on newsagents, theatre
promotion shouted out.The museums are open, the
pigeons thirsty but fat, bikeshaws float around,
cameras holded by tourists. It's sunday and I seat on
the floor as there's no money to seat elsewhere, and I
wait, calmly, and demanding, for the sunset.
I enjoy seeing it all, and don't ever feel really part
of it.
I remain the observer. Nothing else.
No one. I'm that lovely, nice, no one.
Just another Londoner.
em londres informativa
corrida, concorrida, decorrida.
Escorrego. Mas quem escorrega nao cai.
Logo me apanho de novo e vou.
Nada mais defronte de mim.
somente eu, aqui, só.

AB


AVOID DEPRESSION, FORGET THE COLD

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COISAS QUE TE SALVAM NO INVERNO

1. Pôr meias de feltro a aquecer no heater e calçar
antes de ir para a cama
2. Beber 5 chás earl grey por dia
3. Fazer um banho de lavanda quando chegas a casa
4. Comer chocolate enquanto lês o jornal na cama ao
sábado de manha
5. Agasalhares-te com luvas, cachecol e gorro e
sentares-te no parque a ver os patos congelarem
6. Ires ao pub que tem a lareira acesa e beberes uma
guiness cremosa
7. Ir à sauna
8. Ver dvd's no laptop
9. Fazer desporto
10. Cozinhar e comprar uma garrafa de vinho tinto
diariamente
11. Escrever textos estupidos em blogs
12. WAIT FOR NEXT SUMMER

AB


Splash

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Fuerza bruta

Na onda dos Fura dels Baus e dos De la Guarda, os Fuerza Bruta fazem encenações interventivas, onde o palco é todo o espaço. Chão, paredes, tecto, nada.

som, água, corpos, movimento, força bruta, respiração, shhh, splash. stop. emoções fortes.

Menos pretensiosos que os Fura, menos entediantes que os De la Guarda. Gostei.


...

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desapareceste como uma chuva de verão
mas sabias a morangos no inverno





Ainda bem que há um 13º mês ao virar da esquina...


Ao Bombyx mory

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Bye, bye London

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time goes by so slowly
londres
por pouco tempo mais
a minha casa

i feel like i'm flying

I'm saying good bye

aos jardins e aos cisnes
aos banhos de lavanda
cha doce e e caril de galinha.
good bye a minha flatmate da australia
que e uma tola que chega a casa sempre so fucking high
and then knocks at my door and takes me out
cause she is so out and full of katamine
you can't keep up...
"oi ..anna do you mind getting rid of the guy sleeping
in my bed?
I can't seem to remember where the fuck I got that
piece of shit!"
it's good bye ao flatmate da turkia
que has been shaging a espanhola e danca salsa no
quarto
ate eu o mandar calar
ole
e bye bye doloroso bye bye
a brick lane
my lane
sempre cheia de inesperados encontros
multiculturais e nacionais
- ao marroquino a quem eu chamo smile
que me vende o melhor haxixe de londres
e a peruana que trabalha no cafe e tem um hass que ate
doi olhar
e bye bye ao bangladeshi da loja da frente k vende
casacos de pele
e bye bye ao portugues que trabalha pro israelita do
cafe no final da lane
que e de guimaraes e e um fixe
que eu nunca pago a cerveja ...
e bye bye ao japones da loja de design que e tao
artista tao artista
que se pos a dizer que teatro nao e arte
coitado
e bye bye as bagels do final da rua
as de creme sao as melhores com cafe quente
neste puto deste frio sao de morrer...
e bye bye
a mexicana que e uma curte
e ta sempre a bater-me a porta com as ultimas
novidades
da antropologia e do cinema
bye bye ao video club da esquina que tem dvds do
melhor
daqueles tao artisticos tao artisticos que me fazem
dormir
nas tardes de domingo
que e quando e preciso
e bye bye ao frances que la trabalha.
e bye bye ao iraquiano que vende tabaco debaixo do
casaco
e me pede em casamento cada vez que me ve
" sallaam, sallam, you sell tobacco now? "
shhh... os vegetais pelos vistos nao estavam a render
e bye bye ao east ender
que vende tomates e diz sempre "you have the best bum
in the lane, I tell you"
a quem eu digo"keep dreaming honey..."
e bye bye a alema de Berlin
que e outra curte
e pinta o cabelo de uma cor diferente todas as semanas
ela e vermelho, ela e rosa, ela e azul
e ta sempre a rir, e diz-me sempre
"you have nice eyes, ana, nice eyes, you have to come
to berlin"...
sure, I will, sure, I will ....
xau xau a batata, ao feijao
ao ovo e ao coracao
xau xau
londres
iluminada bela
ruidosa rapida
extrovertida
e querida.

Fuck you all
I am going to India!!!!
I am fed up of this shit hole.
I'm gonna hang up now.
Got to go.

AB


Saturday night

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Time goes by so slowly

Every little thing that you say or do
I'm hung up
I'm hung up on you
Waiting for your call
Baby night and day
I'm fed up
I'm tired of waiting on you

Time goes by so slowly for those who wait
No time to hesitate
Those who run seem to have all the fun
I'm caught up
I don't know what to do

(extracto de Hung Up, from Confessions on a dance floor - MADONNA)

hoje sinto-me assim



Parece que o meu post sobre um neird que estava na assistência dos prémios MTV feriu algumas susceptibilidades anónimas.
A pequenez não está “dentro de quem pensa que é muito evoluído” nem sequer dentro de quem pensa que há quem pense que é muito evoluído. A pequenez está num país com décadas de atraso em relação à Europa, com uma iliteracia atormentada, com um analfabetismo envergonhado. A pequenez está numa classe política genericamente adormecida e impreparada, numa máquina pesada e burocrática, num eleitorado desinteressado, numa classe produtiva que não gosta de levantar o cu da cadeira. A pequenez está num país preconceituoso, xenófobo e homofóbico, agarrado a idiossincrasias serôdias e coxas. Num país em que as pessoas se tratam por doutores e engenheiros e se levam demasiado a sério. Num país em que a ostentação impera e a energia rareia. A pequenez está num país em que as pessoas não se responsabilizam pelas suas palavras nem pelas suas acções.

O resto são peanuts para um país que tem o melhor sol e a melhor comida do Mundo. Um neird em little Portugal é peanuts.

(Prometo que não volto a responder a anónimos)


O caminho de Damasco

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O amor à primeira vista é uma hipnose: estou fascinado por uma imagem: primeiro sou sacudido, electrizado, mudado, transportado, «torpedeado» (...) ou ainda convertido por uma aparição, não distinguindo o caminho da paixão do caminho de Damasco; depois sou iludido, abatido, imobilizado, com o nariz colado à imagem (ao espelho).

...

Do outro, o que subitamente me vem tocar (seduzir) é a voz, o movimento dos ombros, a finura do perfil, a tepidez da mão, a forma de um sorriso, etc.

(...) no outro, é a conformidade com um grande modelo cultural que acabará por me exaltar (julgo ver o outro pintado por um artista do passado) ora, ao contrário, é uma certa desenvoltura da aparição que em mim abrirá a ferida: posso apaixonar-me por uma pose ligeiramente vulgar (assumida por provocação); há trivialidades subtis, móveis, que rapidamente passam no corpo do outro: uma maneira rápida (mas excessiva) de afastar os dedos, de abrir as pernas, de movimentar a massa carnuda dos lábios ao comer, de trabalhar numa ocupação muito prosaica (...).

...

O que me fascina, me seduz, é a imagem de um corpo em situação. O que me excita é um perfil a trabalhar, que não me presta atenção. (...) Pois a postura do trabalho garante-me de algum modo a inocência da imagem : quanto mais o outro me deixa ver os sinais da sua ocupação, da sua indiferença (da minha ausência), mais eu estou certo de o surpreender, como se, para me apaixonar, fosse necessário realizar a formalidade ancestral do rapto, a saber, a surpresa (surpreendo o outro e, por isso mesmo, ele me surpreende: não esperava surpreendê-lo).

...

(...) esta cena tem magnificência: não deixo de me espantar por ter tido essa oportunidade: encontro o que serve o meu desejo: ou ter assumido este risco enorme: escravizar-me de repente a uma imagem desconhecida (...).


Roland Barthes, via Estado Civil.


Anonimato

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Acho execrável que se escreva sobre política(s) em blogs anónimos.
Acho aceitável que se escreva sobre vida privada em blogs anónimos.


To be continued

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Há alturas na vida em que é importante estar no sítio certo à hora certa.
Volto já.


Live MTV III

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GORILLAZ - DARE

It's coming up
It's coming up
It's coming up
It's coming up
It's DARE

It's DARE

You've got to press it on you
You just think it
That's what you do, baby
Hold it down, DARE

Jump with them all and move it
Jump back and forth
And feel like you were there yourself
Work it out

Never did no harm
Never did no harm

It's DARE

(músicas que nos fazem felizes)


Live MTV II

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An absolutely neird in the audience, round glasses and striped shirt and white pull and stupid smile, with his litlle girlfriend kissing his face, oh honey, I love you, and I'm so excited for being here in this so-so fashion event.

Arghhh
Só mesmo em litlle Portugal.


Live MTV

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O Gael Garcia Bernal está em Lisboa, no Pavilhão Atlântico, mesmo aqui ao lado, a dois passos, à mão de semear, e eu estou em casa?????? Não estou a acreditar!!!


Lisboa-London

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Anda toda a gente (da blogosfera) entusiasmada a avaliar os blogs. Esta chafarica vale $13,000, de acordo com o tal site. Gostava de saber é para que me serve isto. Alguém compra? Vendo já, já, já e vou para o Brasil, ainda dou um salto a Nova Iorque e faço a passagem de ano em Tóquio. Acho que vou cobrar isto ao idiota que inventou esta história.



hamdu, wa Huwa'ala kulli shay'in Qadeer.

Sao os versos que ouco da janela anunciados pelo Iman
da mesquita na minha rua. Chove. Ha luzes decorativas
e fogo de artificio, faz frio.

"There is no God except Allah Alone. There is no
parner unto Him. To him belongs sovereignty, and to
him belongs all praise, and He has power over all
things."

Hoje e o final do Ramadan.
As escolas estao fechadas, a rua celebra.
O Inverno aproxima-se, e fica escuro ja bem cedo.
O tempo passa devagar. Sente-se a cada instante.
Possuo uma felicidade serenidade inpenetravel de
palavras.

There are no words to express God, there are no words
to express Peace. No words to arrest Islam.


E o fim do ramadao e o fim da religiao.
shiva. oh lord shiva.
London,
oh gorgeaus
come down the lane
take your shoes off and sit on this coach
don't stay inn
london is awake, the lights shinning on the Thames
It's Diwali,
And it's Eed
And is good, terena
Come and have a seat, have a pint
Leave your tea
Latter, Late
Come,
Oh sweet London look at the big boats
See them dancing?
Come down
Relax
See the clouds mirrored in your flat window
And the rain on the bus lane
Feel the silks on the shopwindows
and the fume on the tube
You hear?
This is London
Constant roaring on my soul
There's just a goal
watch it
flash it
a b c
m s t d
quietening calming London
what a miss
understanding.
what a misunderstanding.
Was I ever here? was this real?
Oh tiring London, where do you take me?
Silent whispers of aeroplanes.

AB


Aborto outra vez

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Já aqui escrevi que a questão do aborto não é - não pode ser - um assunto de esquerda ou de direita, partidário ou ideológico.

O João Pedro Henriques, no Glória Fácil, faz um alerta no mesmo sentido, que eu subscrevo inteiramente:

Um dias destes, a propósito da despenalização do aborto, ouvi na rádio a deputada Helena Pinto, do Bloco de Esquerda, defender a imperiosa necessidade de se "derrotar a direita conservadora". Isto mesmo: "derrotar a direita conservadora", sem tirar nem pôr.

É disto que eu tenho medo num referendo ao aborto: dos pró-"sim". E tenho medo justamente porque sou pró-sim. Assim, a primeira pedagogia deveria-se dirigir-se-lhes. Alguém tem de explicar à deputada Helena Pinto - e, provavelmente, a todo o Bloco de Esquerda e ao PCP e até aos sectores mais radicais do PS -, que isto não é uma luta político-partidária.

Não está em causa "derrotar a direita conservadora". Isso é tarefa para outros actos eleitorais (legislativas, autárquicas, europeias, presidenciais), não é para um referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária de gravidez. A mim, quando me atiram com o argumento da "derrota da direita conservadora", põe-me logo a pensar que o que os move não é de facto impedir que haja mulheres julgadas em tribunal por abortar - é apenas apanhar a boleia do referendo para mais uma batalha eleitoral que projecte e engrandeça bases eleitorais de partidos.

Portanto: tudo o que interessa é, apenas e só, revogar os procedimentos criminais contra as mulheres que abortam. E possibilitar-lhes condições legais de absoluta segurança médica. Só e mais nada - e não é pouco, eu sei.

Tudo o resto é excluir milhares de eleitores da consulta popular. Ou seja, é condenar o "sim" à derrota - sanção lógica para quem se tentar aproveitar oportunisticamente, para efeitos de engrandecimento eleitoral, de uma luta que não é partidária, é exclusivamente humanitária.

PS1 - Mas já agora acrescento: tenho a certeza de que haverá tendência para, do lado oposto do leque partidário, transformar um referendo sobre o aborto num referendo à governação do PS. Volto a dizer: o eleitorado tenderá a punir quem fizer aproveitamentos oportunísticos desta consulta popular.

PS2 - A bem da vitória do "sim", um outro argumento deveria ser arquivado: aquele do "na minha barriga mando eu", popularizado por Ana Drago. A mim, enquanto cidadão do sexo masculino, este argumento exclui-me do debate. Nesta paróquia chamada Portugal, há milhares e milhares de homens que agradecerão sinceramente serem excluídos deste debate. E a abstenção - já o sabemos - joga a favor do "não".


Reportório popular

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Uma lenga-lenga do reportório popular nortenho:

"Fui ao mar colher cordões.
Vim do mar cordões colhi."

(em voz alta)

É o que dá passar um fim-de-semana no nuorte, carago.


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